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Jonasnuts

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Farmácias nas urgências

Jonasnuts, 26.01.08
Tenho um puto saudável. Raramente fica doente, e até hoje não teve nada de extraordinariamente grave. No entanto, é uma criança normal, portanto, já fui às urgências de hospitais, algumas vezes.

Sempre que saio das urgências de um hospital, com o puto e com uma receita para aviar (porque é que se aviam receitas?), penso sempre a mesma coisa. Porque é que estas bestas não têm uma porra de uma farmácia já aqui? Se houvesse farmácias nos hospitais, eu podia comprar logo os medicamentos e o puto começava o tratamento mais cedo. Mas não. Das duas uma, ou vou pô-lo a casa, e depois volto a sair para ir comprar a coisa, ou passo numa farmácia, com o puto doente, e compro os medicamentos.

Agora, que existe a intenção de abrir farmácias nos hospitais, levantam-se algumas farmácias, contra esta medida (notícia aqui).

Pela parte que me toca, podem levantar-se à vontade. Levantem-se, dirijam-se à saída e não voltem a chatear. Mafiosos.

5 comentários

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    pedrocs 26.01.2008

    Esse comentário bárbaro é mesmo de quem nunca teve ninguém morrer-lhe num hospital.
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    JP 26.01.2008

    Infelizmente já estive nessa situação - por duas vezes - e não era nesse sentido que me queria referir. Não há farmácias nos hospitais pelos mesmos motivos que não há funerárias.
    A comodidade de uns, nos hospitais públicos, colide com situações mais delicadas. Por mais duro que pareça, o tema é o mesmo e sinceramente não compreendo a abertura de farmácias em hospitais públicos, em situações de emergências, o próprio hospital administra.
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    pedrocs 27.01.2008

    Então... não te parece um bocadinho de mau gosto? Já agora um cemitério no parque de estacionamento.

    Não me parece o mesmo tema de todo, sinceramente.
  • Sem imagem de perfil

    JP 27.01.2008

    Compreendo que seja uma questão difícil, mas a morte faz tanto parte da vida como a cura, e as relações das funerárias com os hospitais é tão diabólica quanto a das farmacêuticas. Os dois negócios são altamente regulados e dizem-nos a todos muito. Desculpa, mas o bom ou mau gosto ficam à porta do Hospital.
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