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Jonasnuts

A nova moto

Pois como é evidente, se estou a tirar a carta de moto, é para poder arranjar uma moto um bocadinho melhor que a minha rica pcx que adoro e que tem prestado um excelente serviço, sobretudo desde que lhe mudei os pneus (os pneus dos modelos atuais são melhorzinhos, os pneus que vinham de origem com a minha eram uma bosta).O problema da pcx é que lhe falta aquele cheirinho de "get me the fuck out of here" que às vezes me daria jeito. Mas adoro a minha pcx, dizia eu, e ainda hei-de ter um blusão a dizer "PCX Forever".

 

Lá está......acho que a primeira moto ninguém esquece.

 

Mas, para haver uma primeira, tem de haver uma segunda e, obviamente, já comecei a pensar no assunto, o que não é dizer muito porque, como não percebo nada, não tenho muito para pensar.

 

Revisitei os posts que escrevi antes de comprar esta, porque me lembrava de ter pedido recomendações. Lembrava-me que tinham sido posts muito comentados e, desde essa altura, falando com muito pessoal que anda de moto, já percebi que há coisas que não se perguntam.

 

Portanto, a adicionar à minha lista de temas proibidos (religiões e sistemas operativos) junta-se agora o tema "fabricantes de motos", porque cada fabricante tem a sua seita, evidentemente, e cada seita puxa a brasa à sua sardinha. E quando se engalfinham, é o cabo dos trabalhos.

 

Os meus requisitos nem são complicados. Preciso de algo que faça casa, trabalho, casa durante todo o ano. Preciso de algo que dê para dar umas voltinhas um bocadinho mais longe.

 

Este ano era para ter ido fazer a EN2 (de Chaves a Faro) depois de ter sido desafiada pelo Luís Correia e pelo Artur Anjos (o homem que me ensinou a curvar para a esquerda, aqui nos comentários do blog), eles faziam downgrade para a pcx se poder aguentar à bomboca. Garantiram-me que era pacífico. Eu acho que eles são ótimos mentirosos :) Enfim, covid 19 e coiso, ficou adiado.


Mas então, dia-a-dia e passeios. Sou newbie, enfim, mais ou menos, mas sem ser numa scooter, sou newbie mesmo, portanto, não me faz muito sentido ir para algo com uma cilindrada muito mais alta, que depois não tenho mãos para aquilo e é um problema.

 

Um dia destes, um amigo falava-me de uma naked. E eu pensei, então ainda agora começámos a falar e tu já estás a pedir nudes? Depois ele lá explicou o conceito e fez-se luz (coitado, tem tido uma paciência de Jó, para me aturar mais às minhas perguntas).

 

A modos que é isto......... Sei que quero trocar de moto. Sei que quero uma moto mais potente que a pcx, sei que não quero um motão, porque acho que a coisa tem de ser gradual. Sei que quero continuar a fazer casa, trabalho, casa e sei que quero dar uns passeios.

 

Estou a dar início às hostilidades. 

 

Iluminem-me :)

 

Muito agradecida :)

A caminho da carta

Noutro dia perguntei no Facebook (sim, ainda uso) se alguém me arranjava um manual para poder estudar para o exame de código.

Entre muitas ofertas (que agradeço) e muitas sugestões (idem), sobressaiu a de que devia ignorar os manuais e as aulas e que o mais eficaz era fazer exames, e aprender à medida que ia conhecendo as perguntas. Gostei da sugestão, e lá fui para o site recomendado, um tal de "Bom Condutor" (deve estar otimizado para gajos). 


O site em causa está a precisar de amor e carinho, porque empanca no processo de criação de novos registos (ou isso ou não goste de nenhum dos meus endereços de mail), mas permite que se façam os testes e, suponho que usando cookies, calcula um índice de "bom condutor" à medida que se vão fazendo testes.

Gosto do método de aprender à custa das respostas que vou dando. Primeiro porque me vou familiarizando com as perguntas e com as várias opções de resposta (um post exclusivamente sobre essa temática, um dia destes) e depois porque o meu objetivo não é aprender as regras (sobretudo porque as regras que querem que eu aprenda são maioritariamente inúteis), o meu objetivo é passar no exame.

Comecei hoje.

Diz que o ideal é um índice de 100. Lá chegarei.

Dia1.jpg

 

Onde, quando e como eu quiser - Take 2

Há quase 3 anos, o João Pico entrevistou-me naquela que seria a primeira de uma série de entrevistas (auto-link) originalmente sobre o consumo de conteúdos, mas que rapidamente, fruto da diversidade dos convidados e da curiosidade do entrevistador, se alargou e integrou outras ideias, outras temáticas.

 

Algures no início deste ano voltámos a falar (quer dizer, falámos mais vezes, nestes três anos, mas para este post, o que interessa é a conversa que tivemos algures em fevereiro). O João queria encerrar a primeira temporada do #OQCQ e achou, o maluco, que a melhor forma de encerrar a temporada era da mesma forma como a tinha iniciado; comigo.

 

Tivemos conversa marcada para o dia de março em que foi tudo para casa, pelo que a coisa ficou adiada até que, num desconfinamento ligeiro, lá nos conseguimos encontrar.

 

Algumas notas........ continuo a falar muito com as mãos. A conversa flui sempre com muita facilidade e demoro dois segundos a esquecer-me completamente de que está ali uma câmara. Não saírem uns palavrões de vez em quando é obra de milagre (e das capacidades de edição do João, provavelmente). Como se trata de uma conversa informal, sem grandes agendas nem grandes objetivos secundários (nem grandes nem pequenos, nem secundários nem primários), não existe uma preocupação sobre sequências, ou sobre conclusões, pelo que a entrevista termina sem parecer que terminou, sem o apogeu final típico das entrevistas. Sobretudo porque a entrevista terminou mas a conversa continuou :)

Foi divertida a conversa, mais uma vez, e aqui está o resultado final. Enjoy.

 

Trovoada

trovoada.jpg

Por causa do título do post, pode achar-se que este é um post sobre a trovoada de ontem, mas não.

Este é um post sobre a minha casa. Eu gosto muito da minha casa. Por muitos motivos e, desde ontem, por mais um.

Há mais coisas de que gosto, trovoadas, por exemplo. Sempre gostei. Secas, molhadas, com trovões mais altos, com trovões mais baixinhos, não me interessa. Haja trovoada e lá vou eu para a janela.

Pois ontem, não tive de ir para a janela. Estava já deitada, quando a trovoada deu um ar de sua graça, e bastou-me subir o estore, voltar para a cama e apreciar o espetáculo.

Foi assim que adormeci ontem, à espera do raio seguinte, a iluminar o mar.

Na minha casa, ontem, assisti ao espetáculo como se estivesse nos doutorais da aula magna, ou nas cadeiras de orquestra do coliseu.

O maior espetáculo do mundo, na melhor companhia do mundo, no melhor sítio do mundo.

A foto não é minha, que nem me lembrei de telemóveis ou máquinas fotográficas, estava entretida com a coisa, a foto é do Paulo Pimenta, para o Público.

Ordenhar o pepino

O meu último post (auto-link) gerou muita interação. Como diriam os profissionais da área, engajou bastante.

E, como sempre acontece com a grande maioria das coisas que publico, a grande virtude não está no que escrevo, mas no que me respondem.

A minha cultura geral sai sempre beneficiada. Graças à Susana Romana, fico a saber que, aquilo a que eu, na minha ignorância e pouca elegância, chamava de "esfregar os cus dos pepinos", na realidade, tem nome técnico, com direito a vídeo e tudo; ordenhar o pepino. Muito mais fino.


Não sei se a minha avó Zita gostaria de saber que me tinha ensinado (e à minha irmã) a ordenhar o pepino. Tenho dúvidas.

Os cus do pepino

pepino.jpg

Adoro salada de pepino. Nos meses de verão é muito frequente cortar um pepino e uma cebola, temperar com azeite, vinagre de cidra e sal e está feito o jantar. Não tem a ver com dieta, gosto muito.

Trago meia dúzia de pepinos e cebolas doces das compras semanais e tenho o frigorífico apetrechado. 

Sempre que preparo um pepino, lembro-me da minha avó Zita (auto-link).

A minha avó Zita ensinou-me, há muitos anos, que o pepino é amargo e, para se tirar o amargo (ou amargor, como ela dizia), cortam-se os rabos do pepino e esfregam-se no pepino acabado de desrabar. Sai uma nhanha branca (que sai) e pronto, depois descasca-se e corta-se e já não há cá amargo para ninguém.

Sim, já experimentei não cumprir o ritual de esfregar os rabos e sim, é amargo. Já experimentei encurtar o ritual e sim, é amargo. Pode ser sugestão, claro.

Mas faz-me confusão....... como é que esfregar os rabos do pepino tira o amargo?

 

Mais alguém sabe disto? Mais alguém cumpre este ritual? Ou sou só eu (e a minha irmã), que esfregamos os rabos do pepino, para tirar um amargo que só a minha avó Zita e descendência feminina sente?

 

Seja como for, sempre que cortar pepinos, vou continuar a esfregar-lhes os rabos e vou continuar a lembrar-me da minha avó Zita (que sim, chamava-se mesmo assim, Zita Augusta - em honra da última imperatriz da Áustria a cuja coroação a madrinha da minha avó tinha assistido e de onde tinha regressado muito impressionada).

Vá, acusem-se...... quem esfrega os cus dos pepinos?

Hoje é dia de ódio, discurso do ódio

Campusero | Campus Party Digital Edition Portugal

 

Há muitos anos que me interesso pelo tema dos conteúdos das pessoas e o que lhes fazer.

Caramba, mais de 20 anos da minha vida profissional passaram, também, por fazer este tipo de gestão, pelo que conheço muito bem e na primeira pessoa, as dificuldades e os dilemas com que muitos apenas agora se estão a deparar.

Por causa deste meu interesse e de vários posts que tenho feito sobre o assunto, sobretudo desde que se soube da intenção do governo em monitorizar o discurso do ódio, fui convidada para participar no Campus Party Digital Edition.

 

Como não é todos os dias que se recebe um convite para falar no mesmo evento que o Tim Berners-Lee e que o Edward Snowden, ainda por cima sobre um assunto que me interessa e sobre o qual tenho lido, ouvido e visto muita coisa, não hesitei em aceitar.

 

Pelo que é hoje, às 20h30, aqui

P.S.: Não se deixem enganar pelo título, que quando titulei, não estava inspirada.

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